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Jamais estaremos preparados. Pilotos são como super-heróis e vê-los partir sempre nos destrói um pouco. Mas o automobilismo não é carrasco de ninguém. Pelo contrário: Ele dá ao homem a oportunidade de ultrapassar seus limites, de sentir emoções indescritíveis e de buscar o significado de suas próprias vidas. Dan partiu, deixando um vazio profundo em todos os que amam o esporte à motor. A tatuagem, feita com Susie no dia anterior ao acidente, nos dá uma dimensão de que homem passa na Terra o seu tempo definido, e não mais que isso. Certamente, Dan viveu e morreu em seu sonho, e são poucos os que tem essa oportunidade.
Aos fãs, meus sinceros sentimentos.

Pois é,
para se ter um piloto com a língua do tamanho que o Mark tem, a equipe não pode ser hipócrita. Porque, se ela for, corre o risco de ser desmascarada, mais cedo ou mais tarde. Quantas vezes o Mark disse, em meias palavras, que a questão na Red Bull era idade e popularidade? Quantas vezes ele ameaçou, em tom brando, que não aceitaria passivamente a posição de “segundo piloto”? Quantas vezes ele já abriu a boca grande que tem para reclamar as igualdades que a equipe, politicamente corretissima, grita aos quatro ventos que dá aos seus pilotos?
Pois é, Red Bull, não foi por falta de aviso.
Não me entendam mal. O desejo de “trazer as crianças para casa” nas últimas voltas existe em qualquer equipe. A diferença está entre as que assumem e as que se escondem.
Quase chorei de rir ao ver o Horner declarando “No final do dia, o time é a maior coisa, e nenhum indivíduo é maior que o time”. Essa frase é tão… tão… tão ferrari.

Nessa corrida eu fiz de tudo
Xinguei o Massa, depois amei o Massa, Xinguei minha equipe e a equipe alheia, torci pro Schumacher e contra o Schumacher, torci pra McLaren e vibrei muito com o Lewis. A coerência passou longe.

só para deixar claro:
Claro que todo mundo fica bravo quando encontra um edit seu no blog/flickr/tumblr/whatever dos outros. Eu, particularmente, não ligo tanto, até porque, meus edits nem são tão bons, não faço tantos gifs quanto gostaria e não ganho nada com isso de qualquer forma, mas que é falta de educação usurpar os três minutos que passei no photoshop, isso é.
Não é porque ‘ohhh, my edit, my precious’, nada a ver. É só porque, porra, o que custa abrir uma merda de um programa e fazer SEUS PRÓPRIOS EDITS? A gente vai gostar, a gente vai dar like e vai ser legal. O que custa reblogar ao invés de salvar a foto e repostar como se fosse seu? Acabei de ver um edit meu, kibado, com 8 notes, enquanto o meu post, original, tem 46 - só para citar um exemplo.
Eu estou no tumblr há algum tempo, fiz amigos, sigo e sou seguida. Não são “as minhas fotos”, “os meus gifs”, “os meus posts”, é a consideração de uma turma que se formou por aqui. Eu tenho imenso prazer em reblogar. Aliás, eu geralmente olho primeiro minha dash pra reblogar o que foi postado e depois posto “o resto”.
Não estou querendo dar lição de moral em ninguém, até porque, de qualquer forma, eu também “roubo” as fotos do site pra editar, mas eu sugiro para você, que tem esse vício feio: produza ao invés de repetir, seja autêntico, faça para se divertir, não para ser “popular”. Se, cada vez mais, as pessoas estão colocando marca d’água nos edits, a culpa é sua, seu câncer.

Sabe o que eu achei foda no pódio de hoje?
Lembro do ano passado quando o Eric Boullier, que não é exatamente uma pessoa afável nas palavras, disse que ‘não sabemos se ele ainda tem o que melhorar’, colocando em dúvida seu talento. Ok, é um direito dele achar o que quiser e cabia a Petrov mostrar a que veio em seu segundo ano na categoria. Aí, veio o acidente do Kubica, um baque sem precedentes para a Renault e o tal ‘piloto pagante’ se tornou o primeiro piloto da equipe. Digo para vocês, preconceitos existem para serem quebrados. Não importa se houve patrocínio, se ele permaneceria ou não sem isso: A resposta dada a pressão e a enorme responsabilidade veio na pista. É lá que o cara mostra quem é e o que merece.
Vitaly subiu ao pódio na abertura da temporada, o melhor resultado tanto dele quanto de seu país. E estava tão a vontade! Olhou para trás, viu a bandeira da Rússia ali, segurou no troféu firmemente, - era seu, afinal - se divertiu ao lado de dois campeões mundiais sem nenhum constrangimento de parecer um azarão ou que estivesse por um acaso do destino: Estava, sim, por merecimento. Uma réplica muda ao Boullier e a qualquer outro que tenha duvidado: Sim, ainda há muito o que melhorar.
Hoje foi só o primeiro passo.

Benditos Malvados
No vídeo “Mensaje de Hamilton y Button a la afición espanhola”, aparece o link para o site Benditos Malvados, que tem como plano de fundo o Jenson Button e o Lewis Hamilton saindo de um fogo, com a seguinte mensagem: “reconócelo, cuanto mejor es malo, mejor es la pelicula, vuelven los benditos malvados.” Depois eles fazem uma pergunta: “imagináos que la F1 fuera una pelicula… qué papel me darías?” (eu, particularmente, daria o de ‘demonio mais negro do lago de fogo mais profundo do inferno’, mas ok) e ainda ameaçam: “pero se pensáis por un segundo que el bueno siempre gana al final de la película, volvedlo a pensar: Esto no es Hollywood, esto es F1” (Se fosse o Alonso e o Massa falando isso, todo mundo já estaria com duas forcas lindas armadas na praça)
Bonitinho, né? Isso é tipo, “nação espanhola, nos amem, pois nós odiamos vocês quase como odiamos a ferrari” - E quando eu digo que a McLaren tem parte com o capeta o povo me chama de tifosi nojenta. Mas gente, é verdade! Eles estão admitindo. Tá bom, ou querem mais? o_o
Agora, falando sério: Legal saber brincar assim com uma rivalidade tensa. Ponto pra eles, mais uma vez. Aliás, a McLaren, desde o ano passado, vem com umas jogadas de marketing incríveis, tanto deles, quanto dos patrocinadores.

É impressionante como o Rob Smedley é capaz de causar entusiasmo nas pessoas. Entre nós, tifosis, esse fato é facilmente explicável: O Inglês, que não se entregou a “italianização” que comumente ocorre com os funcionários da equipe, permanece o mesmo lorde tímido de sempre, paciente e meticuloso. Mas suas fugidas do protocolo, suas palavras doces dedicadas ao Felipe Massa, e principalmente sua competência que cresceu a medida que os anos foram passando fizeram do engenheiro uma espécie de ícone: É impossível falar da Scuderia sem falar de Smedley. E a sua importância ultrapassa a barreira de seu trabalho na pista: perguntem ao Felipe e ele lhes dirá: que não trocaria Rob por nenhum dinheiro do mundo, que ele vale o seu peso em ouro. - Ninguém esquece: “Felipe baby, stay cool!”, “Well done, sunshine!”, “Who is daddy of Brazil?”, são essas minúcias que tornam Rob essencial em amplos sentidos. Dyer, Delli Colli, Stella - para citar os recentes - não se comparam no quesito “psicologia”, já que só ele sabe administrar a calma e a pressão de uma forma que faculdade alguma ensinaria. Isso já nos salvou. Aliás, isso nos salva sempre: o mundo inteiro desaba, mas se ele diz que tudo ficará bem, todos acreditam e a paz se estabelece. É bem assim.
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Agora, e para os que não torcem para o Felipe nem pela Ferrari? Ou melhor, e para os que odeiam a Scuderia? Qual a explicação para eu nunca ter encontrado alguém que não goste do Smedley, independente de nacionalidade ou torcida? Por que um engenheiro, que trabalha 10h por dia como qualquer outro, tem seu nome, seu rosto e suas palavras reconhecidas por todos os que gostam de Fórmula 1?
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Tá aí, perguntas que eu não saberia responder. Alguém se arrisca?

Quer saber? Falando sério? Não gosto dessa pinta ‘sou músico’ do Alguersuari. Podem me julgar, mas não é esporte, é música. Sinto que a qualquer momento ele vai jogar tudo pro alto e viver disso aí.
(Source: pinkchassi)

Sebastian Vettel extends Red Bull contract to 2014
A Juliana deve estar soltando todos os fogos que estava guardados desde Abu Dhabi, afinal, o que ela menos queria era Vettel tão cedo na Ferrari. Eu ainda estou com o queixo no chão. Sonhador e cheio de ideais de liberdade, o cara se prender assim, sinceramente, parabéns a Red Bull Racing. Talvez, (e vejam bem isso que estou falando) possa ser esse o começo de uma era. Tem noção?
